sexta-feira, 20 de junho de 2014

Adoçante ou açúcar


Para muitos fazer dieta significa trocar o açúcar pelo adoçante e consumir produtos diet e light. É grande a variedade que existe hoje no mercado com produtos que tenham adoçante na composição, em vez do açúcar. Porém, de uns tempos para cá as pessoas começam a questionar: Açúcar ou Adoçante, qual o melhor produto?

O açúcar refinado é altamente calórico e se consumido em excesso pode provocar o aumento de peso, além do aumento da produção de insulina, possível aparecimento de cáries, etc.

Quem prefere o açúcar, experimenta a opção light, que possui as mesmas calorias do açúcar comum, só que possui um poder adoçante maior, necessitando de menos quantidade para adoçar. É uma mistura de açúcar com adoçante.

Com o processo de refinamento, o açúcar refinado perde nutrientes. A opção mais indicada é o açúcar mascavado, já que não passa pelo processo de refinamento, mantendo as suas propriedades nutricionais.

Quanto aos adoçantes, existem inúmeras opções: frutose, aspartame, sucralose, entre outros. E até mesmo aquelas opções de adoçantes que são utilizadas para preparações culinárias, que podem ser submetidas a altas temperaturas. Todos eles são produtos industrializados.

Alguns estudos indicam que o consumo excessivo e abusivo de adoçantes pode causar problemas de saúde, porém, não há nada cientificamente comprovado, por enquanto, são apenas pesquisas.

Diabéticos devem evitar o consumo de açúcar refinado, mascavado e light e dar preferência aos adoçantes, mas é sempre importante estar atento às recomendações de médicos e nutricionistas.

Para aqueles que não são diabéticos e apenas desejam emagrecer, caso não gostem do sabor do adoçante, prefira o açúcar mascavado, é bem mais saudável, mas fique atento no que diz respeito a quantidade.

Adoçantes naturais

Frutose - Extraído de frutas e do mel é mais doce do que o açúcar, contém grande quantidade de calorias e eleva os níveis de açúcar no sangue, não sendo indicado para diabéticos e para dietas de restrição calórica;

Stévia - Extraído de uma planta nativa da América do Sul (stevia rebaudiana) tem um sabor próximo do açúcar, não possui calorias e não altera os níveis de açúcar no sangue;

Sorbitol - É encontrado em algumas frutas, como a maçã e a ameixa, e em algas marinhas. Possui valor calórico e não é recomendado para diabéticos. É mais utilizado em pastilhas elásticas, gomas e biscoitos. Tem uma ação laxativa;

Adoçantes artificiais

Aspartame - Tem grande poder adoçante (200 vezes superior ao açúcar). Não contém calorias e o seu uso é permitido para diabéticos.

Sacarina - Criada em 1879, é sintetizada a partir do ácido toluenossulfônico, derivado do petróleo. Deixa um sabor residual amargoso e metálico, mas não contém calorias e pode ser usada por diabéticos. Por conter sódio, é contraindicada para hipertensos.

Ciclamato de sódio - Provém do ácido ciclo hexano sulfâmico, derivado do petróleo. Assim como a sacarina, não possui calorias e pode ser usado por diabéticos, mas também é contraindicado para hipertensos.

Sucralose - É extraído da cana do açúcar e modificado para não ser absorvido pelo organismo humano. Tem um sabor similar ao do açúcar, não contém calorias, não causa cáries, não aumenta a glicemia, podendo ser consumido por diabéticos, gestantes e hipertensos.

Acessulfame K - É isento de calorias, pois não é metabolizado pelo corpo, sendo excretado inteiramente na urina. Possui poder adoçante duzentas vezes maior que o açúcar e suporta altas temperaturas. No entanto apresenta um sabor residual amargo, por isso é utilizado pela indústria combinado com o aspartame ou o ciclamato de sódio.

 Xénia

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