domingo, 21 de fevereiro de 2016

QUINZENAS GASTRONÓMICAS AQUECEM A EMENTA

Lampreia a Norte, sopa à volta da capital e batata-doce no Sul. Há três quinzenas gastronómicas a decorrer nos restaurantes das Pousadas de 15 a 28 de fevereiro.
Enquanto as Pousadas no Norte apostam na lampreia, as do Centro dão destaque à sopa. As Pousadas Mosteiro de Ourém, Castelo de Óbidos, Palácio de Queluz e Castelo de Palmela dão a degustar cinco diferentes sopas, como entrada ou prato principal, com preços que variam consoante a opção escolhida.
Sopa à lavrador, Creme de tomate com ovo de codorniz, Bisque de camarão com camarões salteados em alho e azeite, Creme de cogumelos aromatizado com azeite de trufa e Açorda alentejana com ovo de codorniz: são estas as propostas que os restaurantes das Pousadas da região de Lisboa oferecem durante os dias mais frios de fevereiro.
Elemento integrante e muito presente na cozinha tradicional portuguesa, as sopas são, em algumas regiões do País, encaradas como prato principal.
Já nas Pousadas de Faro, Tavira e Sagres, o destaque vai para a batata-doce. ​
artigo do parceiro:

VALENÇA: BACALHAU, CALDO VERDE E BORRACHINHOS EM FIM-DE-SEMANA GASTRONÓMICO

Bacalhau à São Teotónio, caldo verde e borrachinhos de Valença é a proposta do fim-de-semana gastronómico, de 19 a 21 de fevereiro, em 24 restaurantes daquela localidade minhota.
“O bacalhau é o produto mais célebre da gastronomia valenciana” afirma o município local, acrescentando que o fiel-amigo “está sempre presente, a diário, em todos os restaurantes locais”. A especialidade é confecionada e apresentada em prato ou em tapas nas mais diversas formas.
Para o fim-de-semana de 19 a 21 de fevereiro o protagonista é o bacalhau à São Teotónio, numa homenagem ao primeiro santo português, natural de Valença.

Trata-se de uma receita de bacalhau frito sobre o qual se verte um refogado com azeite, cebola, tomate e alho. A confeção vai ao forno com a cebolada e um pouco de maionese. A acompanhar, ovo cozido, pimento e azeitonas.
Os 24 restaurantes que participam no evento vão levar à mesa, para além do prato de peixe, o caldo verde, com as boas rodelas de chouriço a enriquecerem o caldo.
Acompanham os borrachinhos de Valença, uma sobremesa da doçaria conventual à base de pão, canela, açúcar e raspa de limão, bem encharcado numa calda de mel, vinho tinto, canela, entre outros ingredientes.
Este fim-de-semana gastronómico é uma iniciativa da Câmara Municipal e do Turismo Porto Norte de Portugal.
artigo do parceiro:

CASCAIS: MERCADO DO CHOCOLATE COM O MELHOR DAS MARCAS TRADICIONAIS

Mais de 30 expositores vão estar reunidos no Mercado da Vila, em Cascais, de 26 a 28 de fevereiro, numa mostra de chocolate artesanal. Uma iniciativa com entrada gratuita que contará com workshops, teatro e a presença de chefes pasteleiros.
Dos bombons e tabletes aos mais elaborados brigadeiros, brownies, trufas ou fondants, o cacau será o centro das atenções nas três dezenas de expositores presentes neste Mercado do Chocolate. Isto num fim-de-semana inteiramente dedicado aos produtos tradicionais.
O Mercado do Chocolate em Cascais fará mostra, em mais de 500 m2, de um mundo de coisas doces. Uma exposição e venda que não ser vai restringir apenas à dimensão alimentar. As crianças serão desafiadas a participar num workshop de brigadeiros na sexta-feira e uma peça de teatro exclusiva no domingo.
Já os adultos terão a oportunidade de ver ao vivo a criação de uma “sobremesa surpresa” por três chefes pasteleiros e um chefe de cozinha, na sexta-feira à noite, bem como espreitar várias demonstrações culinárias no espaço Siemens/Callebaut durante a tarde de domingo.
Nos três dias do evento, de sexta-feira a domingo, haverá ainda momentos de música ao vivo e a exposição permanente dos “Faróis Santa Marta em Chocolate”, com um metro e meio de altura e decorados por vários chefes pasteleiros.

A CP associa-se ao Mercado da Vila possibilitando aos visitantes fazerem a viagem de ida e volta de comboio pelas linhas de Cascais, Sintra/Azambuja e Sado pelo preço de 2,00 euros.
artigo do parceiro:

sexta-feira, 19 de fevereiro de 2016

Massa tagliatelle com sobras de peito de frango


Na receita de peitos de frango recheados com espinafres e queijo, sobrou cerca de um peito, como nada se desperdiça cá em casa, aproveitei e fiz uma salada com massa.


Ingredientes:

Massa tagliatelle a gosto (podem usar outra massa)
Sobras do peito de frango
1 lata de salsichas
1 lata de cogumelos laminados
Couves de bruxelas a gosto
Queijo mozarela a gosto
Molho bechamel a gosto
1 cebola picada
2 Dentes de alho picado
Sal e pimenta a gosto
Azeite a gosto


Preparação:

Refogar a cebola e o alho picado em azeite. Juntar os cogumelos laminados, as couves de bruxelas partidas, as salsichas às rodelas e as sobras do peito de frango parido em pedaços pequenos. Temperar com sal e pimenta a gosto.

Deixar saltear por uns 10 a 15 minutos, mexendo de vez em quando.
Dispor numa travessa de ir ao forno.

Numa panela à parte cozer a massa em água e sal.

Misturar a massa no preparado. Regar com o molho bechamel e queijo ralado por cima. Levar ao forno a 130ºC durante uns 15 minutos, o tempo suficiente para o queijo derreter e ganhar uma cor.





Bom apetite
Xénia

Peitos de frango recheados com espinafres e queijo



Ingredientes:

Peito de frango, usei 3
Espinafres a gosto
1 Queijo ricota
Sal e pimenta a gosto
Ervas de provence a gosto
Azeite a gosto

Preparação:

Dar uns cortes no peito, podem ver na foto abaixo, sem ir até baixo.
Temperar com sal, pimenta e as ervas de provence.

Numa frigideira, colocar os espinafres e um pouco de azeite, cerca de 1 colher sopa. Deixar saltear por uns minutos, até reduzir de tamanho. Acrescentar o queijo e mexer bem.

Em cada corte do peito de frango rechear com os espinafres, podem ver na foto abaixo.

Levar ao forno a 180ºC durante uns 20 a 30 minutos.

Acompanhei com uma salada e cuscus, mas podem acompanhar com batata ou massa.








Bom apetite
Xénia



 
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Formas de sobras de rolo de carne e salada


Mais uma invenção para aproveitar sobras, desta vez de rolo de carne. Vi um video na net e aproveitei a ideia. Podem aproveitar outras sobras, fica sempre bom.
O objectivo é não desperdiçar, tudo se aproveita com um pouco de imaginação.



Ingredientes:

Sobras de rolo de carne, cortado em pedaços
Sobras de salada com corgete e couve roxa
1 Cebola picada
4 Ovos
Queijo ralado a gosto, usei do mozarela
Azeite a gosto para untar as formas
Sal e pimenta a gosto
Estragão a gosto

Preparação:

Untar as formas com azeite ou margarina se preferirem.
Picar a cebola e colocar uma colher sopa em cada forma.
Colocar as sobras da salada, uma colher de sopa em cada forma.
Colocar as sobras do rolo de carne por cima.
Colocar o queijo ralado por cima a gosto, como gostamos muito de queijo cá em casa exagerei um pouco.

Numa tigela bater os ovos. Temperar com sal, pimenta e estragão a gosto.
Colocar em cada forma até encher.

Levar ao forno a 180ºC durante cerca de 20 a 30 minutos. 











Espero que gostem
Xénia

sexta-feira, 12 de fevereiro de 2016

Strudel de maçã com passas e nozes

Uma sobremesa muito fácil e rápida de fazer, ideal para quando temos visitas inesperadas, aahahhaha



Ingredientes:

- 1 Embalagem de massa folhada, usei da congelada
- 300g de maças
- 100g de passas de uva
- 1 Colher sopa de açúcar
- Canela em pó a gosto
- Nozes picadas a gosto
- Margarina para pincelar a massa



Preparação:

Comece por preparar as maçãs, descasque-as e corte em cubos. Misture a canela e leve ao forno a 180ºC até estarem cozidas. 

Deixe arrefecer bem e misture as passas, nozes e o açúcar. Deixe de reserva.
Estenda a massa folhada e coloque o preparado da maça no meio. enrole com o formato cilíndrico.
Pincele com margarina derretida. 

Para ficar mais bonito podem dar uns golpes na parte superior.

Leve ao forno a 180ºC durante cerca de 10 a 15 minutos.








Bom apetite
Xénia

sexta-feira, 5 de fevereiro de 2016

A CADA ARROZ, O SEU PROPÓSITO

A sua versatilidade permitiu tornar-se um símbolo gastronómico de inúmeros países. Veja-se o caso da paella espanhola, do risotto italiano ou do pilaf húngaro. Já para não falar do nosso arroz de pato ou arroz doce, cujas receitas conhecem diversas variantes.
O arroz (semente da planta Oryza sativa ou Oryza glaberrima) é originário da China, sendo o principal alimento consumido na Ásia.
Em Portugal, o cultivo do arroz remonta aos séculos VII e VIII, com o domínio árabe da Península Ibérica. As primeiras referências escritas surgem apenas no reinado de D. Dinis. Segundo dados da FAO (Food and Agriculture Organization), Portugal era terceiro produtor europeu no final do sec. XX, mas o maior consumidor, ultrapassando os 14 kg de arroz por pessoa por ano.
Com este pequeno grão fazem-se excelentes sopas, acompanhamentos, pratos principais e sobremesas, devendo utilizar-se o tipo de arroz mais apropriado para cada ocasião. Cozido em ebulição ou a vapor, o arroz tem a capacidade de absorver a água. Também pode ser frito em óleo ou azeite antes de ser cozido, o que faz com que fique menos gumoso; e resulta bem em caldos ou sopas quando cozinhado em maior quantidade de água.
O arroz pode dividir-se em três categorias: grão curto, grão médio e grão longo; e segundo o tratamento a que é submetido: integral pré-cozido e refinado. Quanto menos tratado, mais nutrientes possui.
Arroz carolino (tipo Japonica): este grão longo é o mais comum em Portugal, produzido nos estuários do Sado, Tejo e Mondego. Ao ser cozido, absorve por completo a água usada, bem como os temperos do prato. Os grãos ficam pastosos e colantes. É o tipo ideal para o arroz malandrinho e pratos com molhos.
Arroz agulha (tipo Indica): ao ser cozido, apresenta os grãos soltos, secos e inteiros. É apropriado para pratos de arroz no forno, pilaf e acompanhamentos simples. Nas últimas décadas, tem ganho alguma preferência por parte dos agricultores, por ser mais rentável que o carolino. Em termos de consumo, demora menos tempo a cozer. No entanto, é menos nutritivo.
Arroz basmati: variedade de arroz de grão médio, mais aromático e de extrema qualidade. É perfeito para sobremesas, por ser adocicado e apresentar mais goma, ficando com o grão mais colado. É o tipo mais utilizado na culinária indiana.
Arroz arborio: de grão curto e redondo, utilizado em risottos e doces, é o preferido dos italianos. Absorve bem a água e o sabor dos alimentos com que é cozinhado, formando uma massa cremosa depois de cozido.
Arroz selvagem: (espécie Zizania, grupo das Gramideas): na verdade não é um arroz, mas uma erva aquática selvagem que se presta a ser usado em recheios de aves e caça, apresentando um sabor mais intenso. Os grãos são longos, esguios e escuros, ricos em vitaminas do complexo B. É muito saboroso misturado com outros tipos de arroz, por exemplo basmati, em saladas e outros pratos.
Arroz vaporizado: arroz cozido em estufa, com o grão ainda castanho submetido a vapor ou a uma fervura rápida. Este processo faz com que mantenha mais vitaminas e minerais do que o arroz branco.
Arroz integral: Conserva mais fibra, vitaminas e minerais que o arroz industrializado. Por outro lado, demora o dobro do tempo a ser cozinhado.
artigo do parceiro:

AS ESPECIARIAS CONTADAS PELO MUSEU DO ORIENTE

Uma tarde de sábado passada à volta da pimenta, do gengibre e da malagueta, entre muitas outras, é a proposta no workshop de especiarias do Museu do Oriente, no próximo dia 20 de fevereiro, entre as 14h00 e as 18h00.
especiarias
O biólogo, mestre em bioquímica de plantas e doutor em sistemática e morfologia de plantas Luís Mendonça de Carvalho conta a história das especiarias, rotas comerciais e usos tradicionais, origens geográficas e principais regiões produtoras.
Das especiarias orientais (pimenta-longa, pimenta-cubeba, pimenta-negra, pimenta-branca, pimenta-verde, pimenta-vermelha, zedoaria, curcuma, gengibre, anis-estrelado, cássia-de-Saigão, canela-do-Ceilão, cássia-da-Batávia, cássia-da-China, noz-moscada, macis, cravinho, açafrão, etc.), às especiarias africanas (malaguetas/grãos-do-paraíso, pimenta-da-Guiné, pimenta-da-Etiópia, etc.), passando pelas especiarias do Novo Mundo (pimenta-de-Caiena, pimenta-da-Jamaica, baunilha, pimenta-rosa, piripiri, paprika, etc.), o especialista irá abordar as aplicações tradicionais das especiarias na farmacopeia e na culinária, bem como os constituintes químicos responsáveis pelas propriedades organoléticas das especiarias.
O workshop (€30,00 por pessoa) inclui a oferta de 20 amostras a cada um dos participantes.
Museu do Oriente
Avenida Brasília, Doca de Alcântara (Norte)
1350-352 Lisboa
Telefone: 213 585 200
E-mail: info@foriente.pt
artigo do parceiro:

MASTERCLASS COZINHA INDIANA

Atendendo a vários pedidos, o espaço Kiss The Cook volta a agendar esta aula recheada de pratos exóticos.
Uma masterclass concebida a pensar em todos aqueles que querem aprender truques e dicas da cozinha indiana e descobrir todo o seu exotismo. Caracterizada por aromas e sabores intensos, combinados de forma sublime para exaltar as papilas gustativas, a culinária indiana é um dos temas mais solicitados no Kiss The Cook.
A próxima aula está marcada para 12 de fevereiro (sexta-feira) a partir das 19h00, com receitas exóticas para aprender: Pickle de damasco e manga; Raita; Galinha Tikka Masala; Pão chapati/roti.
O jantar está incluído no valor da aula (€45,00).
R. Rodrigues Faria n.º 103 Edificio H (LX Factory)
1300-501 Lisboa
Informações e reservas: info@kissthecook.pt
artigo do parceiro:

10 CURIOSIDADES INTERESSANTES SOBRE O QUEIJO

Será que o queijo afecta mesmo a memória? Aumenta o colesterol? E é mau para a hipertensão? E se lhe dissermos que é uma colónia de bactérias?

Afecta a memória - É uma crença popular cristalizada no tempo e na história. A origem da expressão portuguesa "Andas a comer muito queijo" pode explicar-se pela relação de causalidade que, em séculos anteriores, era estabelecida entre a ingestão de lacticínios e a diminuição de certas faculdades intelectuais, especificamente a memória. Sabe-se hoje, através dos estudos sobre memória e nutrição, que o leite e o queijo são fornecedores privilegiados de cálcio e de fósforo, elementos importantes para o trabalho cerebral.

Os ratos não gostam de queijo - É um mito quase pré-histórico. Um estudo de 2006 não só desfez a ideia como salienta que os ratos evitam o queijo. De acordo com o investigador David Holmes, da Universidade Metropolitana de Manchester, os ratos têm narizes sensíveis levando-os a evitar odores fortes. De acordo com o cientistas, estes animais preferem grãos de cereais, restos de fruta e de comida humana.

O queijo é uma colónia de bactérias - Acredite ou não, alguns queijos são fruto de um trabalho árduo desempenhado por milhões de bactérias e fungos. É o caso do famoso Blue Cheese, do qual o queijo gorgonzola é uma das variantes. São as bactérias, os microorganismos presentes no leite, que ajudam a transformar a lactose em ácido lático. A acidificação do leite é um processo de fermentação que decorre na ausência de oxigénio. O principal açúcar do leite é a lactose, que é convertido em ácido láctico através da fermentação bacteriana, aumentando a sua acidez e dando-lhe consistência.

Acelera o metabolismo - Um estudo publicado no Journal of Agricultural and Food Chemistry comparou amostras urinárias e fecais de pessoas cujas dietas eram ricas em queijo ou leite com as de pessoas que não consumiam lacticínios. Os indivíduos que consumiam queijo tinham níveis mais elevados de butirato (ácido gordo produzido pelas bactérias do estômago) nas fezes. Estes níveis de butirato estão associados a uma significativa diminuição dos níveis do colesterol mau (LDL). Apesar de ainda não ser claro como o butirato atua na perda de peso, alguns estudos em animais mostram que este ácido gordo melhora a sensibilidade à insulina, aumenta o gasto de energia, acelera o metabolismo e reduz o stress oxidativo da inflamação, explica o autor do estudo, Morten R. Clausen.

Vicia - Estudos sugerem que a caseína, uma proteína encontrada nos produtos lácteos, especialmente no queijo, liberta casomorfinas que emitem um sinal de conforto para o cérebro. Se comer muito queijo, pode ficar habituado ao sabor salgado ou associar esse hábito a determinadas alturas do dia. A investigação coordenada pela Universidade do Michigan, nos Estados Unidos, chegou a essa conclusão após analisar dados recolhidos através de um inquérito feito a 500 estudantes.

Intolerantes à lactose não podem comer queijo - Alguns produtos lácteos e alguns queijos não têm lactose. Uma excelente opção para os intolerantes a este dissacarídeo é o queijo flamengo, que não contém lactose, o que cria uma alternativa saborosa, prática e nutritiva. O queijo flamengo é um alimento altamente nutritivo, sendo rico em cálcio e proteínas, revela a nutricionista Maria Paes de Vasconcelos.

Aumenta a hipertensão - O sódio e colesterol são dois elementos considerados prejudiciais para a hipertensão e os hipertensos são aconselhados a evitar comer queijo, porque a maioria destes laticínios aumentam os níveis de LDL no sangue. O teor de gordura do queijo depende muito da qualidade do leite, se tem muita gordura ou não. Em geral, os queijos ricos em gordura são mais populares, por terem um sabor mais forte. Mas existem queijos mais magros que podem ser consumidos pela maioria.

Aumenta o peso - Apesar de acelerar o metabolismo, o queijo gordo também é um alimento excelente para ganhar peso. É rico em proteínas, gorduras, cálcio, vitaminas e minerais. As proteínas são essenciais para o crescimento dos músculos e as gorduras para fornecer energia ao corpo.

Provoca diabetes e doença cardiovascular - De acordo com a ONG Physician’s Committee for Responsible Medicine, um quarto de pizza com queijo com um diâmetro de 30 cm contém aproximadamente 13 gramas de gorduras, incluindo seis gramas de gorduras saturadas e 27 miligramas de colesterol. Já para não falar nas calorias. Comer muita pizza pode provocar diabetes e doença cardiovascular, assegura esta organização não governamental.

Combate a osteoporose - A osteoporose é uma doença causada pela deficiência de cálcio nos ossos, devido à sua não absorção, resultando na diminuição da densidade mineral óssea. É bastante frequente em mulheres na menopausa, idosos e crianças que sofrem de desnutrição. A doença pode ser prevenida com uma alimentação equilibrada. Segundo um estudo da Universidade de Florença, em Itália, conduzido por Barbara Pampaloni, os produtos lácteos, ao fornecer cálcio e proteínas, representam uma fonte ideal de nutrientes para a saúde óssea. O estudo frisa que manter uma alimentação equilibrada e rica em laticínios reduz o risco da doença em 50%.

NUNO NORONHA // PESO E NUTRIÇÃO
Xénia

quinta-feira, 4 de fevereiro de 2016

Chegou a época da Lampreia

Fevereiro e Março são meses em que abunda a lampreia. Em Valença, 24 restaurantes servem iguarias deste peixe ciclóstomo num festival gastronómico.
"Lampreia do Rio Minho - Um Prato de Excelência" é o nome da iniciativa que reúne duas dúzias de estabelecimentos de Valença. À bordalesa, recheada, fumada, grelhada, assada no forno ou em arroz, a lampreia é rainha à mesa destes restaurantes, atraindo centenas de apreciadores, principalmente aos fins de semana.
Pescada, como há séculos, pelos pescadores de São Pedro da Torre e Cristelo Côvo, nas redadas, no rio Minho, é depois confeccionada segundo receitas tradicionais que passaram de geração em geração.
Como ponto alto destes dois meses, o Festival Gastronómico “Sabores da Lampreia”, a maior mostra gastronómica da região dedicada à lampreia, decorrerá entre 11 e 13 de Março, na comunidade piscatória valenciana de São Pedro da Torre.
artigo do parceiro:

NAMORAR EM SETÚBAL COM VISITAS A ADEGAS

Os casais de namorados que passeiem pela Costa Azul no segundo fim de semana de Fevereiro correm o risco de se embebedar de amor. Um pelo outro, claro, mas também pelas paisagens, adegas e vinhos. Veja o programa proposto pela Rota de Vinhos da Península de Setúbal.

Adega Cooperativa de Palmela - 10 a 13 fevereiro: Oferta de um saco ou um saca-rolhas em compras de valor igual ou superior a 10,00€. Oferta de uma t-shirt ou de dois sacos em compra de valor igual ou superior a 25,00€ (promoção válida de 10 a 13 de fevereiro 2016 na loja da adega na Gama Vale dos Barris). Horário da loja: 2ª a 6ª feira, 8h-12h30 e 14h-17h. Sábado, 9h-13h.
- Moscatel a Dois na Filipe Jorge Palhoça - 13 fevereiro: Oferta de uma prova de Moscatel de Setúbal aos casais de namorados que visitarem a adega. Horário da adega: 10h-12h e 14h30-18h.
Reserva prévia necessária. Telefone: 265 995 886 ou 919 709 324, fjp.vinhos@sapo.pt
Venâncio da Costa Lima - 13 fevereiro, às 11h00 e às 16h00: Visita à adega com prova de dois vinhos com valor promocional e 15% de desconto na compra em vinhos (promoção válida dia 13 de fevereiro 2016 na loja). Valor da visita por pessoa: 1,50€.
Reserva prévia necessária. Telefone: (+351) 212 888 020, enoturismo.vcl@gmail.com
Fernão Pó Adega - 13 e 14 fevereiro: oferta de 15% de desconto em vinhos certificados (promoção válida dias 13 e 14 de fevereiro 2016 na loja da adega). Horário da loja: Sábado 8h-12h30 e 14h-19h. Domingo 8h-12h30 e 14h-18h.
Quinta do Piloto - 13 e 14 fevereiro, às 11h00 e às 15h30: Visita dos Apaixonados com prova de 2 vinhos e degustação de Bombom de Moscatel de Setúbal e queijo. Oferta de 10% de desconto em todos os produtos Quinta do Piloto (promoção válida dias 13 e 14 de fevereiro 2016 na loja da adega). Valor por pessoa: 5,00€.
Reserva prévia necessária. Telefone: 212333030 ou 969281855, enoturismo@quintadopiloto.pt
Casa de Atalaia - 14 fevereiro: Almoço ou jantar na adega. Reserva prévia necessária. Telefone: 212 332 227 ou 965 500 722, info@casadeatalaia.com
- Palácio da Bacalhôa - 14 fevereiro, 19h00: Jantar de S. Valentim no, Programa: Jantar romântico com ementa especial. Reserva prévia necessária. Telefone: 212198067/916485206,visitas@bacalhoa.pt
Quinta da Serralheira -14 fevereiro: oferta de 20% de desconto em compras (promoção válida dia 14 de fevereiro 2016 na loja da adega). Horário da loja: 9h-13h e 14h-19h.
artigo do parceiro:

quarta-feira, 3 de fevereiro de 2016

Utilizar sobras de frango assado

Deve acontecer a muitas de vós, restar frango assado que não dá para outra refeição, mas não queremos deitar fora. Aqui tudo se aproveita e à que dar asas à imaginação,..

Desta vez foi para rechear uns cogumelos e beringela.

Ingredientes:

Sobras de frango assado desfiado
1 Beringela
2 Cogumelos Portobello
1/4 de couve lombarda partida em tiras
Brócolos a gosto picados
3 colheres de polpa de tomate
1 cebola pequena picada
2 Dentes de alho picado
Queijo mozarela a gosto
Sal e pimenta a gosto
Azeite a gosto

Preparação:

Temperar os cogumelos com azeite sal e pimenta. Só lavei os cogumelos, não retirei o pé. Levar ao forno a 200ºC durante cerca de 30 minutos.

Corte a beringela pela longitudinal e retire o miolo. Corte o miolo em pedacinhos pequenos.
Tempere as parte da beringela que vai rechear com azeite, sal e pimenta e leve ao forno a 200ºC durante uns 20 a 30 minutos.

Num tacho refogue a cebola com alho e azeite. Junte a beringela e deixe apurar um pouco. Junte a couve, brócolos e polpa de tomate e deixe por uns 10 minutos ou 15. Por ultimo junte o frango desfiado e deixe estufar um bocadinho, para ganhar sabor.
Retifique temperos caso seja preciso.

Retire os cogumelos e beringela do forno e recheie. Coloque o queijo por cima a gosto e leve tudo ao forno, não precisa de muito tempo, só o suficiente para o queijo derreter.

Obs. Podem juntar outros legumes que tenham em casa, o ideal é aproveitar o que se tem.





E bom apetite
Xénia

Como cozer a vapor

Esta técnica realça o sabor natural dos alimentos, mantém as suas propriedades nutricionais e é fácil de executar. Saiba mais sobre a cozedura a vapor.
Cozer os alimentos a vapor é uma técnica indicada sempre que quiser preservar suas as vitaminas e minerais, sem acrescentar gordura e preservando o seu aroma. É aconselhado para legumes, peixes e pratos da cozinha oriental. Basta ter uma fonte de calor e uma rede ou cesto.
Como se faz?
Deite 3 a 5 cm de água no fundo de uma panela e leve ao lume. Coloque sobre ela os alimentos numa grelha, cesto ou rede, sem permitir que a água toque nos alimentos. Cubra com uma tampa e deixe cozer.
Quanto tempo demora?
Depende dos alimentos. Legumes mais pequenos e tenros, como espargos, couve-flor ou brócolos, cozem em 10 minutos. Já alimentos mais fibrosos, como couves-de-Bruxelas, cenouras, feijão-verde ou curgete, levam 12 minutos. A beringela, mais densa, demoram uns 15 minutos e a batata e peixes como o salmão ou a pescada, cerca de 20 minutos.
Há dicas?
Não coloque demasiados alimentos na rede ou cesto, para que o vapor possa circular. Pode acrescentar um pouco de ervas aromáticas, vinho ou outros temperos, conforme o gosto e a receita.
artigo do parceiro: