É daquelas pessoas que não consegue parar de chorar enquanto corta cebola? Não se preocupe, nós temos algumas dicas para si!
1- Ponha a cebola no frigorífico durante 10 a 15 minutos antes de a cortar. Irá reduzir o número de enzimas no ar. 2- Quando for cortar a cebola, tenha um fósforo na boca (apagado). A ponta do fósforo vai absorver as enzimas. 3- Vá passando a cebola por água à medida que a vai cortando. 4- Deixe a sua língua um pouco para fora. Isto fará com que os seus olhos não sejam afetados, sendo que os compostos da cebola irão parar à sua língua. 5- Acenda uma vela e meta-a ao pé do sítio onde está a cortar a cebola. O gás será atraído pela chama da vela. 6- Use uma faca bem afiada. Menos enzimas da cebola serão libertadas se cortadas em vez de esmagadas, por isso uma faca bem afiada é aconselhável. 7- Assobie enquanto corta. Isto mantém também os compostos da cebola longe dos olhos. 8- Mastigue pastilha ao cortar cebolas.
Agora que já pode cortar cebola à vontade, nós sugerimos algumas receitas.
Tradicionalmente presente na mesa dos portugueses, o bacalhau é um dos alimentos
mais consumidos em Portugal. Pode ser confeccionado de várias formas e na ceia de Natal não é excepção, é regra.
À semelhança dos restantes peixes, o bacalhau é de fácil digestão, apresentando-se como um peixe magro, rico em proteínas de alto valor biológico e pobre em gordura. As suas reservas de gordura encontram-se no fígado, de onde se extrai o óleo de fígado de bacalhau, rico em vitaminas A e D.
Por ser um peixe de águas frias é uma fonte de ácidos gordos ómega 3, que possuem um efeito protector ao nível cardiovascular. É ainda muito rico em minerais como o cálcio, fósforo, iodo, ferro e potássio, assim como em vitaminas do complexo B.
Muitas vezes considerado um peixe pouco recomendado em dietas de emagrecimento, o bacalhau possui apenas 80 calorias por cada 100 gramas. O que é preciso ter em atenção é o modo de confecção, porque se lhe acrescentarmos natas, batatas fritas, ou outros ingredientes, acabamos por aumentar, em muito, o valor calórico dos pratos de bacalhau e, assim, os benefícios que este poderia trazer, acabam por se perder.
É vendido habitualmente seco e salgado, apesar de já se encontrar demolhado e ultracongelado. Todo o processo de salga e seca é natural, não sendo adicionada qualquer substância que possa alterar as suas propriedades nutricionais.
Consoante a altura das postas, o bacalhau deve ser demolhado entre 24 a 48 h, sempre num ambiente refrigerado, de modo a impedir a proliferação de bactérias. Se ficar bem demolhado reduz o seu teor de sódio, não sendo necessária a adição extra de sal.
O alho-francês é conhecido cientificamente como allium porrum e pertence à mesma família (alliaceae) dos alhos, cebolas e chalotas. Mede normalmente cerca de 50 cm de comprimento e divide-se em duas partes – branca, a mais usada na culinária – e verde, que pode ser aproveitada nas sopas.
Apesar de apresentar um menor porte no Verão, é nesta altura que o alho-francês é mais perfumado e tem uma maior riqueza nutricional.
Possui poucas calorias e é muito rico em fibra, tornando-se num óptimo legume para quem quer equilibrar o peso. Contém vitaminas C e B12 e possui propriedades antioxidantes – o que estimula o nosso sistema imunitário. Outra vitamina bem presente no alho-francês é a B6, que tem um papel importante na prevenção de doenças cardíacas.
Quanto à riqueza em minerais, destacam-se o ferro, um elemento necessário à manutenção e produção de células no nosso sangue, assim como ao transporte de oxigénio. Deve ser cozinhado o menos possível para manter a sua riqueza nutricional.
Na hora de o comprar, verifique se está firme, possui o caule branco e sem rachas e se as folhas verdes são escuras. Poderá conservá-lo fresco no frigorífico entre uma a duas semanas. Após a confecção, guarde-o apenas durante dois dias.
A ter em conta
Pode-se concluir que o consumo deste legume acaba por beneficiar o sistema imunitário, porque tem propriedades anti-inflamatórias e antisséticas, inibindo o crescimento de bactérias; o sistema cardiovascular, porque diminui a inflamação das artérias; o sistema digestivo, porque é de rápida digestão e muito rico em nutrientes. Por ser rico em fibras, ajuda ainda na obstipação.
A couve enquanto espécie tem muitas variedades diferentes. Originalmente, este vegetal surgiu de forma espontânea nas costas do Mediterrâneo, especialmente França e Itália. Ao longo dos tempos o seu cultivo permitiu apurar e melhorar algumas características e, em simultâneo, criar novos tipos de couve. A família é muito vasta e vai desde a couve branca e macia até aos brócolos e à couve-flor.
Sobre a couve lombarda em particular, subespécie denominada Brassica oleracea sabauda, foi desenvolvida nas costas sul de Inglaterra e Norte de França, no Canal da Mancha. É um dos tipos mais cultivados em Portugal e, nutricionalmente, é rica em vitamina C, fibras e sais minerais, como o potássio e o cálcio. Salsichas enroladas nas folhas desta couve é um dos pratos mais conhecidos, mas pode usar-se numa infinidade de outras receitas, nomeadamente sopas e cozidos.
Ao comprar, verifique o estado das folhas, que devem apresentar-se firmes, sem marcas de insectos e sem partes podres ou murchas. Pode também comprar couve lombarda embalada e já cortada em quartos ou metades. Nesse caso, certifique-se que não está seca na face do corte, o que indicaria que está cortada há alguns dias.
Para confeccionar muitos dos doces que aqui apresentamos, vai precisar de ter algum conhecimento sobre pontos de açúcar. Esperemos elucidá-lo com o texto que se segue.
Comece por escolher um tacho de fundo espesso, de preferência de cobre ou aço inoxidável. Nele, dilua o açúcar na água, na proporção de 2 para 1 (por exemplo, 2 chávenas de açúcar para uma de água). Utilize açúcar areado branco para não haver muitas impurezas a retirar quando a calda estiver a ferver.
PONTO DE XAROPE – Leve o tacho ao lume, deixe levantar fervura e retire as impurezas que vêm à superfície. A sua calda está pronta.
PONTO DE FIO – A calda continuou a ferver. Retire um pouco para um pires (com cuidado para não se queimar), molhe nela a ponta do dedo indicador e encoste-a à do polegar. Afaste os dedos e veja se a calda forma um fio.
PONTO DE ESPADANA – Sempre ao lume, retire agora um pouco de calda com uma colher e deixe cair novamente no tacho. Verifique se se formam um género de lâminas, com o aspecto de fitas de nastro.
PONTO DE PÉROLA – O tacho continua ao lume. Encha de calda uma colher e, lentamente, despeje-a para o recipiente. Se, ao cair, o xarope formar um fio um tanto resistente e na sua extremidade aparecer uma bolinha, o açúcar atingiu o ponto de pérola.
PONTO ASSOPRADO – A fervura da calda prossegue. A temperatura do açúcar é cada vez mais alta. Mergulhe no líquido uma escumadeira, levante-a um pouco e sopre-a com força. Se a calda formar balõezinhos como pequenas bolas de sabão, o açúcar atingiu o ponto assoprado.
PONTO DE ESTRADA – Ao ferver mais um pouco, passe uma espátula pela calda, de um lado ao outro, tocando o fundo do tacho. Se assim se formar um género de estrada, então o ponto foi atingido.
PONTO DE REBUÇADO OU DE BOLA MOLE – Com a continuação da fervura, a densidade da calda é cada vez maior e, portanto, mais alto o ponto do açúcar. Deite umas gotas de calda num copo de água fria. As gotas descem para o fundo do copo em bolinhas que se podem amassar e moldar com os dedos.
PONTO DE BOLA RIJA OU DE QUEBRAR – Se as gotas de calda que deitou no copo de água fria já não forem moldáveis e se quebrarem sob a pressão dos dedos, o açúcar está já no ponto seguinte: o ponto de bola rija.
PONTO DE AREIA – Se o conteúdo do tacho começar a dar sinais de querer “agarrar-se” ao recipiente e formar grãos miúdos, o açúcar chegou ao ponto de areia.
Acautele-se pois a partir deste ponto o açúcar altera rapidamente a cor e tem tendência para se queimar.
Quando o açúcar toma aquele bonito tom dourado a que chamam louro, retire o tacho do lume e mergulhe-lhe o fundo num recipiente de água fria para fazer parar o processo de cozedura.
Tubérculo originário dos Andes, tem um sabor adocicado característico que lhe dá o nome. Existem diversas variedades, sendo as mais conhecidas e utilizadas as de casca roxa. l)
Rica em potássio, cálcio e vitamina A e isenta de colesterol, a batata-doce presta-se à confecção de várias receitas, sobremesas ou salgadas.
Pode ser frita, cozida, assada ou estufada e é essencial na preparação de alguns doces. Em Portugal, a região de Aljezur é famosa pela produção de batatas-doces de grande qualidade.
Batata-doce frita em rodelas
1 kg de batatas-doces
Sal fino q.b.
Óleo para fritar
Descasque e lave as batatas-doces e corte-as em rodelas finas. Leve-as a fritar em óleo até ficarem bem douradinhas e coloque-as a escorrer sobre uma folha de papel de cozinha.
Depois polvilhe-as com sal fino e coloque-as num saco de pano fechado. Decore como vê na foto para oferecer.
Nutricionalmente a uva é um fruto muito interessante. Tem uma grande quantidade de antioxidantes, o que faz deste fruto um “elixir da juventude”. Pela sua riqueza de cores, sabemos que as mais escuras são aquelas que têm maior número de antioxidantes, e as brancas as que contêm menos açúcar.
É na pele e nas grainhas que se concentram os antioxidantes mais importantes, os chamados polifenóis.
Os polifenóis são um composto que elimina a oxidação celular de modo a proteger o nosso organismo de várias doenças. Nas uvas de cor mais escura temos a predominância das antocianinas, importantes aliadas na prevenção e retardamento das doenças cardiovasculares, assim como de doenças neurodegenerativas. Nas uvas de tonalidade mais branca, temos as catequinas, importantes para o sistema imunitário, aterosclerose e alguns tipos de cancro.
O polifenol que mais se destaca é o resveratrol. Tem a capacidade de diminuir os níveis de LDL (mau colesterol) e aumentar os de HDL (bom colesterol). Por evitar a proliferação de células malignas, é importante para a prevenção do cancro. Protege as células do sistema nervoso, sendo importante na doença de Alzheimer. Há alguns estudos que apontam o seu efeito ao nível da longevidade. Em laboratório, foi dado a ratos uma dieta rica em calorias, obrigando-os a desenvolver uma obesidade. A metade desses ratos foi dado resveratrol, e à outra metade não. Os que tinha recebido esse polifenol, viveram mais 20% aproximadamente, do que os que não tinham. Possivelmente a função cardiovascular ficou mais protegida pelo consumo deste poderoso antioxidante.
Rica em água (com cerca de 80%), a uva é também rica em potássio e vitamina B6. Pela quantidade de fibra (peles e grainhas) que possui, também se torna eficaz no combate à prisão de ventre.
Podem ser consumidas inteiras, sob a forma de sumo ou vinho, em doces ou mesmo seca (passa). Nesta última forma o seu valor calórico aumenta quatro vezes mais, devido a uma maior concentração de açúcar.
Deve preferir abóboras sem amolgadelas ou golpes e de tamanho pequeno a médio, visto terem mais polpa. Depois de cortada, a abóbora pode ser conservada no frigorífico ou então congelá-la em cubos ou fatias.
Fruto da aboboreira, a abóbora pertence à família Cucurbitaceae, da qual também fazem parte o melão, a melancia, a courgette e o pepino.
De valor energético baixo e muito rica em água, destaca-se na abóbora o teor em betacaroteno (pró-vitamina A), daí a sua cor alaranjada. Possui vitaminas C, E e do complexo B, sendo rica em fibra e também uma fonte de cálcio, fósforo, ferro e potássio.
De entre as particularidades da abóbora destacam-se as suas sementes, uma grande fonte de ácidos gordos essenciais. Ricas em fitoesteróis, estas sementes vão ajudar a reduzir os níveis de colesterol no sangue. O triptofano, um aminoácido que o nosso organismo converte em serotonina, funciona como um antidepressivo natural, estando também presente neste legume. O zinco, um mineral encontrado em quantidades consideráveis, é muito importante para os homens, devido às funções protetoras para a próstata.
Quanto às sementes, devem ser lavadas, para ficarem limpas e sem vestígios de abóbora. Depois devem ser bem secas, colocadas num tabuleiro (pode temperá-las com algumas ervas aromáticas, especiarias e um fio de azeite), e levadas ao forno a 200ºC até ficarem assadas. Podem ser consumidas como snack ou usadas na cozinha a decorar uma salada ou uma refeição.
O figo é um fruto presente na mesa dos portugueses durante o Verão.
A sua casca (preta, roxa, verde ou amarela) caracteriza-se por ser fina e na sua polpa podemos encontrar algumas sementes. Por ser rico em fibra, e com numerosas sementes, o figo apresenta-se como um verdadeiro aliado para quem sofre de obstipação. Sendo também rico em potássio, torna-se um verdadeiro herói para quem sofre de hipertensão, visto ajudar a baixar e controlar a tensão arterial. A saúde óssea também é beneficiada por quem opta por consumir este fruto, já que ele é rico em cálcio, e dificulta a sua perda através da urina. O cobre e o ferro também estão presentes neste fruto, e estes dois minerais são importantes na manutenção das células do sangue, os conhecidos glóbulos vermelhos.
O figo tanto pode ser consumido fresco como seco. A nível energético, o figo fresco tem cerca de 70 calorias por 100 gramas, enquanto que depois de seco esse valor eleva-se para 230 calorias. Apesar deste valor se apresentar mais alto, o figo seco acaba por ter uma concentração maior de todas as propriedades benéficas, e revela-se muito importante em casos de maiores necessidades energéticas, como recuperação de peso e nos atletas.
É importante para o sistema respiratório, atenuando os sintomas de bronquite, bem como para o sistema digestivo e para o bom funcionamento da vesícula biliar.
Muito rico em vários antioxidantes são várias as razões que nos levam a provar este fruto nesta edição.
O agrião é uma planta comestível encontrada próximo de zonas húmidas, como rios ou riachos. Apresenta folhas verdes escuras, pertencendo à família das crucíferas. Ao nível do paladar o agrião possui um sabor levemente picante. Este sabor atinge o seu pico na altura da floração, pelo que para quem não o aprecia, deve consumi-lo antes de chegar a esta fase.
Grande fonte de fibra e de antioxidantes, o agrião é também denominado por alimento quimiopreventivo, isto é, tem uma função de prevenir e ajudar no tratamento do cancro. Isto deve-se, entre outros, à presença de isotiocianatos.
Contém também vitamina C, sendo que 100 g de agrião correspondem a 72% das necessidades diárias deste poderoso antioxidante. Aliás, o agrião chegou a ser amplamente usado para tratar casos de escorbuto, devido à grande carência desta vitamina no organismo.
Outro facto curioso é que 100 g de agrião fornecem 200% das necessidades diárias de uma outra vitamina, a K. Esta vitamina é fundamental para a coagulação sanguínea, assim como para a manutenção da saúde óssea.
Se consumi-lo cru, deverá lavar e desinfectar muito bem o agrião, já que pode haver contaminações nas águas. Basta para isso colocar numa bacia de água algumas gotas de vinagre (o chamado ácido acético) e deixar este legume mergulhado durante alguns minutos.
Os seus filhos não gostam de legumes e já não sabe o que fazer? Temos para si dez dicas e truques que podem ajudar.
1- Torne a hora da refeição na hora da imaginação. Pratique exercícios de criatividade e imaginação, durante a refeição, com jogos e histórias. Por exemplo, se fizer creme de cenoura, pode sempre dizer que é a sopa preferida do Bugs Bunny ou se preparar brócolos pode dizer que eram os legumes preferidos do Tarzan. Seja criativo também!
2- Faça um prato colorido e diferente. Tente brincar com os alimentos, por exemplo, faça uma cara engraçada no prato com os legumes. As crianças gostam de coisas diferentes e divertidas.
3- Convide um amigo do seu filho que goste de legumes para almoçar ou jantar. Ele vai adorar ter companhia.
4- Varie nos pratos. Dê ao seu filho os vegetais de várias maneiras, por exemplo, se não gostar de cenoura cozida, experimente preparar de outra maneira. Veja aqui a receita de cenouras crocantes com molho especial.
5- Dê os legumes como primeira opção. A fome é tanta que vão comer o que houver. Antes de servir o almoço/jantar, dê como aperitivo um pequeno prato de legumes.
6- Convide o seu filho a cozinhar os legumes consigo. Desta maneira, quando o seu filho se sentar à mesa vai se sentir na obrigação de os comer, sendo que foi este que os fez.
7- Se fizer birra, deixe-o fazer. Fale de outra coisa à mesa sem ser da comida e não lhe peça para comer os legumes como se ele lhe fosse fazer um favor.
8- Misture legumes. Há legumes que os miúdos gostam mais do que outros, experimente misturar e, desta maneira, vai conseguir que comam tudo.
9- Nunca castigue o seu filho por não comer. Isto vai fazer com que ele relacione um determinado alimento a uma experiência negativa.
10- Seja flexível. Se o seu filho já tiver comido as cenouras e a couve-flor, não o obrigue a comer os brócolos se este não quiser. Seja paciente e, futuramente, pode ser que ele comece a comer tudo.
Agora que o calor chegou para ficar, saiba como refrescar as suas bebidas com estilo.
- Quer terpedras de gelo especiais? Pode comprar cuvetes em forma de estrelas, animais, flores, etc. Mas além disso pode acrescentar uma folha de hortelã, uma uva ou uma framboesa à água antes de congelar. Não se esqueça de lavar a fruta antes!
- Se gosta de bebidas bem geladas, mas não aguadas, em vez de água deite o própriosuco da frutanas cuvetes. Quando fizer os sumos frescos, basta juntar esses cubos gelados e a sua bebida não perde sabor.
- Para obtergelo picadoe não quer dar uma de Instinto Fatal, coloque algumas pedras no 123 ou no liquidificador, pressione o botão alguns segundos evoilá! Se não tem nenhum eletrodoméstico à mão, embrulhe as pedras de gelo num guardanapo de pano limpo e bata com um martelo.
- Precisaurgentementede gelo e não tem suficiente no congelador? Dica nº 1: peça ao seu vizinho. Dica nº 2: opte por gelo seco (dióxido de carbono líquido (CO2) libertado bruscamente à pressão atmosférica), que ainda por cima lhe permite obter efeitos visuais espetaculares. Procure em lojas especializadas. Dica nº 3: saiba que a água morna (55ºC) congela mais rapidamente que a água fria.
- O seu congelador tem a mania decolar as cuvetesde gelo? Há alguns truques para impedir isso. Uma é untar ligeiramente o fundo da cuvete de gelo com óleo; outra é pôr sal grosso. Mas a forma mais limpa é mesmo usar uma folha de papel vegetal na prateleira antes de assentar a cuvete.