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segunda-feira, 25 de julho de 2016

O QUE SE PODE FAZER COM O LIMÃO?

O limão é muito mais do que um fruto, é um utensílio.
O limão dá-nos um mundo de utilidades, veja o top 10 que temos para si e aprenda a usufruir deste fruto enriquecido em vitamina C de diversas maneiras.
  1. Afastar formigas, mosquitos e outros insetos. O ácido do limão interfere com o sentido de orientação dos mesmos, por isso sugerimos que coloque rodelas de limão pelos cantos da casa.
  2. Dá um cheiro bom à casa. Se preparou uma refeição e o cheiro da mesma ainda não saiu de casa, o limão ajuda. Experimente a combinação de canela, raspas de limão e bicarbonato de sódio, ferva estes ingredientes numa panela e veja o resultado.
  3. Dar brilho a objetos de alumínio e cobre. Coloque um limão no micro-ondas por 10 segundos e, de seguida, corte-o ao meio. Mergulhe metade desse limão em sal e esfregue nos objetos.
  4. Ajuda a desentupir o nariz, melhorando a respiração. Esprema um limão e misture com meio copo de água quente, irá ajudar no combate à gripe e infeções da garganta. Experimente também gargarejar de 2 em 2 horas.
  5. Remove mau cheiro do frigorífico. Se procura uma maneira de retirar o mau cheiro deste eletrodoméstico é só preciso cortar um limão, colocá-lo num pires e pô-lo dentro do mesmo. Mude uma vez por semana.
  6. Gotas de limão em cima de frutos evitam o escurecimento das mesmas.
  7. Ajuda a remover o cheiro das mãos. Por exemplo, após comer camarão, esfregue um pouco uma metade de um limão nas mãos e sinta a diferença.
  8. Pode ser usado na máquina de lavar roupa e deixa as roupas mais brancas. Se quer a sua roupa mais branca é só adicionar meio copo de sumo de limão à máquina de lavar roupa no ciclo de enxaguamento.
  9. Para limpar tábuas de corte. Para limpar aquela tábua onde corta os seus alimentos, basta cortar um limão ao meio e esfregar uma dessas metades nela, deixando-a repousar durante 20 minutos e depois apenas passar por água.
  10. Bom para limpar o micro-ondas. Esprema um pouco o limão e dilua em água. Leve à potência máxima por cinco a dez minutos, depois é só passar um pano.
Veja mais truques e dicas de cozinha em teleculinaria.pt

 

artigo do parceiro:


 
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terça-feira, 19 de julho de 2016

LIVRO: DEPOIS DOS SUMOS DETOX CHEGAM AS SOPAS DETOX

O livro “Sopas Detox” propõe-nos uma verdadeira revolução na forma como comemos. Trata-se de um plano de dieta de cinco sopas por dia, suportado numa tendência alimentar conhecida como Souping. Entre os objetivos, libertar o corpo de toxinas, regenerar a pele, renovar a energia, perder peso e fortalecer o sistema imunitário.

Souping é um termo cunhado de duas palavras inglesas “soup cleansing”, a purificação através de sopa, dependendo a dieta diária apenas de sopas enérgicas, deliciosas e nutritivas, ricas em combinações doces e saborosas de frutas, vegetais e complementos.
Perseguindo esta tendência alimentar, Britt Brandon, mãe de três crianças de quatro, sete e nove anos, propõe em “Sopas Detox” (uma edição Nascente) um plano de dieta de cinco sopas por dia, consumidas de três em três horas nas quantidades que desejar. Isto num calendário de desintoxicação que pode ir até aos 15 dias. Posto este tempo, as sopas continuam a ser utilizadas num plano de alimentação mais diversificado.
Entre as muitas propostas que esta norte-americana nos deixa neste livro, destaque para o original gaspacho de frutos de casca rija e banana; a sopa de tofu com limão, gengibre e massa de arroz, o creme de tomate com manjericão, a massa de arroz e cebolinho em infusão de gengibre, a delícia de folhosas verdes e alho-francês.
Na confeção destas sopas a autora utiliza frutos e vegetais, combinados com leites ou iogurtes e adicionados, por exemplo, de nozes ou sementes. Todas as receitas aproveitam estes ingredientes na sua totalidade. Britt Brandon alcança, assim, outros objetivos, a poupança nas compras e o valor nutricional dos alimentos maximizado.


Nas 240 páginas de “Sopas Detox” o leitor encontra diferentes capítulos: Sopas de Pequeno-Almoço, Sopas Desintoxicantes, Sopas de Legumes, Sopas Energéticas, Sopas para Perder Peso, Sopas para Fortalecer o Sistema Imunitário, Sopas para um Intestino Saudável, Sopas para Regenerar a Pele, Caldos de Carne, Sopas Frias e Sopas de Sobremesa, poderá encontrar:
Britt Brandon, autora do blogue UltimateFitMom.com é nutricionista e Personal Trainer certificada. Tem mais de uma dúzia de livros publicados sobre vida saudável e alimentação equilibrada. Saiba mais no blogue:
O livro tem um preço de capa de 15,98 euros.
Consulte aqui os primeiros capítulos da obra.

Livro: Depois dos sumos detox chegam as sopas detox


artigo do parceiro:

quinta-feira, 7 de julho de 2016

Ervas Aromáticas


Utilize as ervas aromáticas sempre que puder nas suas receitas.

Para além de darem mais sabor aos seus pratos, permitem-lhe prescindir do sal ou, pelo menos, reduzir a sua quantidade, o que é benéfico para a saúde. E não contêm calorias.

Saiba em que pratos pode aplicar estas especiarias que enriquecem os seus cozinhados.

Aipo
Ideal para sopas, estufados e cozidos de carne;

Açafrão
Sopas. Pratos de peixe, caldeiradas, arroz e certos molhos;

Alecrim
Marinadas, coelho, aves, carnes, arroz e massas;

Caril
Peixe, moluscos, molhos, aves, ovos, arroz, massas, estufados;

Cebolinho
Ideal para saladas, ovos e queijos;
CravinhoIdeal para cozinhados que contenham cebola. Também fica bem em doces, como a tarte de maçã;

CominhosPara todo o tipo de estufados de leguminosas e couves ou sopas. E podem ser adicionados aos queijos.
Estragão
Saladas, aves, molhos e aromatizar vinagres;

Funcho
Especialmente em peixes grelhados;

Noz-moscadaDeve ser usada em quantidades muito pequenas. Perfeita no molho bechamel e em doçaria;

GengibrePara receitas orientais ou para dar um toque exótico às saladas ou aos pratos de massa;
Orégãos, Manjerona e Tomilho
Saladas, pizzas, molhos em especial de tomate, estufados de carne e peixe, massas;

Pimenta de caienaCom muita moderação, para dar um sabor picante a estufados e massas;

segunda-feira, 20 de junho de 2016

O ESPECIALISTA DA SARDINHA NA BRASA

Por estes dias é o peixe mais desejado. “Quente e boa”, pinga sobre o pão. Convém, por isso, saber puxar a sardinha à nossa brasa.
Fresh raw sardines with parsley and lemon on wooden background
- Ao comprar a sardinha, prefira a fresca à congelada. Evite as sardinhas muito grandes. A escama deve ser firme, a guelra vermelha, pele lisa, olhos límpidos. O peixe, quando o dobramos levemente, deve apresentar-se rijo;
- A sardinha deve ser salgada uns 20 minutos antes de ir às brasas. Regra geral basta um pouco de sal grosso diretamente na guelra;
- A grelha onde vai ser colocada a sardinha deve estar o mais limpa possível. Caso seja nova convém “queimá-la” na chama do carvão durante alguns minutos;
- Escolha um carvão de boa qualidade. Ele será fundamental para umas boas brasas. Estas devem estar quentes no ponto. Ou seja, não demasiado para evitar queimar o peixe e eliminar os óleos gordos contidos na pele, tidos como bons para a saúde;
- O carvão deve queimar 30 minutos antes de receber as primeiras sardinhas;
- Por outro lado, a grelha, sobre as brasas, deve estar bem quente no momento de receber o peixe, para evitar agarrar a sardinha;
- Nunca juntar qualquer tipo de óleo ao peixe antes de o assar. Não verter óleo na grelha;
- A sardinha assa pouco tempo. Há que evitar deixar o peixe muito seco. Basta assar cinco minutos cada face. Acompanhe sempre a assadura, evitando chamas sobre as brasas (o óleo que pinga da sardinha pode atiçar o fogo). Se tal acontecer afaste a grelha do carvão até a chama baixar.
artigo do parceiro:

segunda-feira, 13 de junho de 2016

MOSTARDA, O TEMPERO QUE INVADIU A COZINHA

A semente que dá origem a um dos cremes mais usados na cozinha tem outras funções para além do simples tempero. Também serve de emulsionante nos molhos e ajuda a criar textura noutros alimentos. Conhecida e apreciada há mais de dois mil anos, a mostarda continua a ser um dos ingredientes mais versáteis da culinária internacional.
A mostarda é uma planta da família das Brassica, aparentada com o brócolo, couve-flor e nabo, por exemplo. E, como qualquer planta, é composta por semente, caule e folhas. Estas também podem ser consumidas na alimentação, à semelhança de outras couves e hortaliças. A mostarda tem provado o seu valor para a saúde, já que é uma boa fonte de cálcio, magnésio, potássio, ácido fólico, selénio e vitaminas. Assim, é aconselhada na dieta alimentar como forma de aliviar dores musculares, tensão alta ou doenças de pele como micose, dermatite e psoríase. Possui também uma ação antioxidante, anti-inflamatória e auxilia na prevenção das doenças cancerígenas. Além disso, encontramos mostarda em suplementos para a perda de peso, produtos para pele e cabelo, reguladores de apetite, inibidores de asma ou sinusite e reforço da imunidade.
As propriedades da mostarda são reconhecidas desde a Antiguidade. A medicina tradicional chinesa destaca o efeito positivo da mostarda no sistema respiratório, aconselhando o consumo para prevenir doenças pulmonares, gripes e constipações. Já Pitágoras aconselhava uma pasta de mostarda para curar as picadas de escorpião; Hipócrates advogava a utilização da semente para aliviar dores em geral; e os médicos romanos prescreviam mostarda para as dores de dentes. Até nos túmulos dos faraós egípcios foram encontrados grãos de mostarda, o que comprova a sua importância.
Na Índia, no Egito e na Grécia, as referências à mostarda datam de há pelo menos dois mil anos. As sementes eram deixadas numa mistura de água e vinagre e trituradas até formar uma pasta, à qual se acrescentava ervas aromáticas e especiarias. Mas foi na Idade Média, em França, mais particularmente na cidade de Dijon, que o tempero foi aperfeiçoado até alcançar fama mundial. No séc. XIII, Dijon já era conhecido como centro produtor de mostarda, alcançando a assinatura oficial “Mostarda de Dijon” em 1856.
Uma das mais antigas produtoras de mostarda é a Maille, que surgiu em Paris no séc. XVIII. Antoine-Claude Maille, destilador de vinagre, tinha inventado, em 1720, o “vinagre dos quatro ladrões” para proteger os consumidores da devastação das pragas. O filho, com o mesmo nome, acrescentou as suas aromáticas mostardas e tornou-se o fornecedor oficial da corte de Luis XV. O sucesso foi tal que logo se seguiram as cortes da Áustria, da Hungria, da Rússia e, mais tarde, de Inglaterra. Na viragem de século, o negócio contava com 20 sabores de mostarda e 50 vinagres diferentes. Hoje em dia, a Maille tem boutiques próprias em Dijon, Paris, Londres e Nova Iorque, além de lojas online que vendem milhões de frascos de mostarda por ano.
Utilizada como condimento, a versatilidade da mostarda permite que seja utilizada em pratos de peixe e de carne, sanduíches e saladas, salgadinhos e sopas, massas e até sobremesas.  É um daqueles ingredientes que parece melhorar tudo aquilo em que toca. As variedades produzidas atualmente incluem as clássicas, com sal e ervas aromáticas, mas também as mais inesperadas. Manga, frutos vermelhos, beterraba são adicionadas aos melhores vinagres e às sementes de mostarda para combinarem com praticamente todo o género de alimentos.
artigo do parceiro:
Sabores

O ESPECIALISTA DA SARDINHA NA BRASA

Por estes dias é o peixe mais desejado. “Quente e boa”, pinga sobre o pão. Convém, por isso, saber puxar a sardinha à nossa brasa.
Fresh raw sardines with parsley and lemon on wooden background
- Ao comprar a sardinha, prefira a fresca à congelada. Evite as sardinhas muito grandes. A escama deve ser firme, a guelra vermelha, pele lisa, olhos límpidos. O peixe, quando o dobramos levemente, deve apresentar-se rijo;
- A sardinha deve ser salgada uns 20 minutos antes de ir às brasas. Regra geral basta um pouco de sal grosso diretamente na guelra;
- A grelha onde vai ser colocada a sardinha deve estar o mais limpa possível. Caso seja nova convém “queimá-la” na chama do carvão durante alguns minutos;
- Escolha um carvão de boa qualidade. Ele será fundamental para umas boas brasas. Estas devem estar quentes no ponto. Ou seja, não demasiado para evitar queimar o peixe e eliminar os óleos gordos contidos na pele, tidos como bons para a saúde;
- O carvão deve queimar 30 minutos antes de receber as primeiras sardinhas;
- Por outro lado, a grelha, sobre as brasas, deve estar bem quente no momento de receber o peixe, para evitar agarrar a sardinha;
- Nunca juntar qualquer tipo de óleo ao peixe antes de o assar. Não verter óleo na grelha;
- A sardinha assa pouco tempo. Há que evitar deixar o peixe muito seco. Basta assar cinco minutos cada face. Acompanhe sempre a assadura, evitando chamas sobre as brasas (o óleo que pinga da sardinha pode atiçar o fogo). Se tal acontecer afaste a grelha do carvão até a chama baixar.
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terça-feira, 10 de maio de 2016

OS BENEFÍCIOS DAS RAÍZES COMESTÍVEIS

Apesar de pertencerem a diferentes famílias, têm algumas características de cultivo em comum. Saiba o que a cenoura, a pastinaca, a beterraba e o nabo podem fazer pela sua saúde
Quando falamos de raízes, pensamos imediatamente nas cenouras e nas batatas. As batatas, apesar de raízes, são tubérculos que se desenvolvem nas raízes do batateiro. As cenouras são raízes e é deste grupo que vamos falar neste número, onde também se incluem a pastinaca, o nabo, o rabanete, a beterraba, o salsifi e a escorcioneira. As raízes comestíveis são uma forte componente da nossa alimentação.
Apesar de pertencerem a diferentes famílias,  estes ingredientes têm algumas características de cultivo em comum. Conheça os benefícios nutricionais de cada um deles:
- Cenouras
As cenouras, ricas em betacaroteno, substância que o nosso organismo transforma em vitamina A, são a rainha das raízes comestíveis. Doces e suculentas, foram introduzidas no território peninsular pelos árabes há cerca de 900 anos. Uma das suas qualidades é poderem ser consumidas cruas ou cozidas e também serem fantásticas para fazer conservas.
As mais conhecidas são as de cor alaranjada e de forma cónica e longa, mas existem muitas outras variedades que diferem tanto no tempo de cultivo como na forma e na cor. Uma das variedades mais comuns é a que chamamos cenoura branca que na realidade não é uma cenoura mas, sim, pastinaca. Além de vitamina B e C,  são ricas em cálcio, magnésio, ferro, cobre, zinco e iodo.
- Pastinaca
A pastinaca, rica em vitamina C, B1 (tiamina) e B3, está mais perto da cenoura no seu estado selvagem e já foi muito utilizada na culinária europeia, sobretudo pelos gregos e romanos antes da descoberta da batata. Apesar de já não a consumirmos, continua a ser usada para alimentar gado. Felizmente, ambas estão atualmente a reconquistar o lugar a que têm direito entre os legumes de paladar gourmet, juntamente com a salsifi e a escorcioneira, ingredientes que muitos chefs têm vindo a recuperar.
- Salsifi e escorcioneira
São ainda menos conhecidos, o que é surpreendente, visto serem ambos deliciosos. Os salsifis são conhecidos nos países anglo-saxónicos como oyster plant, devido ao seu requintado sabor.
- Beterraba
A beterraba, rica em ferro, açúcares, vitaminas e sais minerais, é outra das raízes comestíveis de que tanto gosto, não só pelo seu doce sabor a terra, como pela sua cor. Está intimamente ligada à acelga por fortes laços familiares. Tanto a raiz como as folhas podem ser consumidas cruas ou cozidas, é muito usada para fazer conservas em frascos, mas a sua maior utilização é na indústria do açúcar.
- Nabo
Outra raiz, que pertence à família das couves, é a cabeça de nabo. No ocidente, o mais vulgar tem uma forma arredondada e cor branca, com o topo variando entre o púrpura, o verde e o amarelo claro. Com um sabor bastante característico, tem vindo a perder popularidade na nossa culinária. Se não fosse o cozido à portuguesa e algumas sopas, já quase não se utilizaria.
Felizmente, uma outra variedade mais alongada do nabo é muito apreciada e utilizada no oriente e, como essa culinária é cada vez mais popular entre nós, podemos continuar a usufruir até das suas variedades mais exóticas.  A raiz deste vegetal possui uma alta concentração de vitamina C, um poderoso antioxidante.
- Rabanete
Os rabanetes são muito fáceis de cultivar, sendo mesmo a mais rápida de todas as culturas hortícolas. Basta dizer que estão prontos a colher entre três a seis semanas depois da sementeira. Por esta razão, semeiam-se muitas vezes em conjunto com outras hortícolas de crescimento mais lento, para marcar as linhas de plantio e facilitar a monda das ervas espontâneas sem perigo de danificar a cultura.
Apesar de não serem muito consumidos em Portugal, são muito apreciados pela sua beleza e variedade de cores vivas e fortes, dando um toque e um sabor apimentado muito especial às saladas. Além de cobre e zinco, este alimento é uma importante fonte de vitamina B6, vitamina B9, vitamina C e vitamina K.
Cuidados de cultivo
O modo de cultivo é uma das características comuns destas hortícolas, apesar de pertencerem a famílias distintas. A maior parte gosta de ser semeada em lugar definitivo e algumas, como as cenouras, não toleram mesmo o transplante. Como as suas sementes são muito pequenas, é usual misturar um pouco de areia branca para as semear, obtendo assim maiores espaçamentos.
Normalmente, é necessário fazer um desbaste durante o crescimento, pois de contrário ficam muito apertadas e não conseguem atingir os tamanhos desejados. Convém não aplicar muito composto no solo, pois pode provocar deformações e gretas nas cenouras e alterar os sabores. As cinzas são uma boa alternativa como adubo para estas culturas.
Por esta razão, as cenouras são uma boa escolha para cultivar a seguir a outras espécies que gostam de boa adubação, como é o caso das couves e da batata, só para referir duas. A melhor altura para semear estas hortícolas é no início da primavera, mas podemos cultivá-las durante quase todo o ano e mantê-las no solo por um largo período de tempo para serem colhidas à medida das nossas necessidades.
Texto: José Arantes
Xénia

terça-feira, 3 de maio de 2016

Estas colheres são comestíveis





Todos os anos, na Índia, 120 mil milhões de talheres de plástico descartáveis vão para o lixo. Os componentes altamente poluentes do plástico ficam nos aterros e não se decompõem, continuando a poluir. A pensar neste problema ambiental, uma empresa indiana desenvolveu uma colher biodegradável e comestível. A Bakeys foi fundada em 2011 em Hyderabad e, desde então, já vendeu 1.5 milhões de “colheres nutritivas” por ano.

Sem glúten, produtos lácteos ou conservantes, as colheres são feitas com três tipo de farinhas (arroz, trigo e sorgo — uma espécie de milho) orgânicas e podem ser consumidas por quem pratica uma dieta vegan. O prazo de validade do produto pode chegar até aos três anos — e isto sem perder a textura crocante que impede a colher de se desfazer quando em contacto com alimentos ou bebidas quentes.

Parece feita de madeira mas é, na verdade, uma espécie de biscoito nutritivo que pode acompanhar café, chá, iogurte, sopa e outros pratos quentes, como caril. Para já estão disponíveis oito variedades: açucarada, com canela e gengibre, com alho e gengibre, cominhos, aipo, pimenta preta, hortelã-pimenta e cenoura e beterraba.

Nos últimos anos foram surgindo várias alternativas aos tradicionais talheres de plástico descartáveis. Os utensílios feitos à base de milho e biodegradáveis são uma dessas alternativas amigas do ambiente mas, como sublinha Sarah Munir na descrição do projecto no Kickstarter, necessitam de elevadas temperaturas e condições específicas para se decomporem devidamente.

“As nossas colheres são deliciosas mas, se não forem consumidas, são capazes de se degradarem em qualquer ambiente exterior, uma vez que não têm requisitos específicos”, assegura a mesma jovem. Dez dias é quanto uma colher precisa para se degradar na natureza, por exemplo.

A energia usada para produzir 100 colheres à base de sorgo é a equivalente à necessária para produzir apenas uma de plástico. A empresa, cuja unidade de produção se situa na Índia, tem já preparados moldes para outros talheres, como pauzinhos, colheres de sobremesa e garfos. Nos planos, diz Sarah Munir, está a expansão do negócio dos utensílios de mesa comestíveis para os copos e pratos. Os mercados da “fast-food” e da comida de rua são os alvos deste tipo de utensílios.

Por forma aumentar a produção e adquirir novos moldes sem aumentar o preço final, a empresa lançou uma campanha de “crowdfunding” na plataforma Kickstarter. A 19 dias do final da campanha, a Bakeys já angariou 103.00 dólares (cerca de 91.940 euros), cinco vezes mais do que o valor inicialmente pedido (20.000 dólares, ou 17.855 euros). As contribuições mínimas podem ser de um dólar (0,89 euros) e com dez dólares (8.9 euros) é possível comprar cem colheres comestíveis.

Fonte: Publico

sexta-feira, 22 de abril de 2016

Truques de culinária

O site Brightside.me reuniu alguns segredos de cozinha que prometem revolucionar os seus cozinhados caseiros. Ponha mãos à obra e solte o chef que há dentro de si.
  1. Para tornar o arroz ainda mais branco, adicione um pouco de vinagre durante a cozedura.
  2. Se é fã de alho experimente este truque: antes de servir a comida esfregue uma cabeça de alho no prato. Vai ver como vai notar mais o seu sabor.
  3. Ao cozinhar fígado adicione o sal sempre no fim. Se o fizer antes a carne vai ficar rija.
  4. Se pretende dar um toque especial e intenso a um prato de carne experimente fazer numa mistura de cerveja, soja, sal e pimentos, deixando que a carne repouse nesse preparado durante algumas horas.
  5. Uma boa forma de prevenir que a sua tarte fique chamuscada é colocar papel humedecido no topo.
  6. Para tornar os seus caldos mais aguados e claro é colocar uma pedra de gelo.
  7. Se tem dificuldade em cortar um ovo cozinho na perfeição, experimente passar a lâmina da sua faca em água fria antes de fazer o corte. Vai ver como a gema ficará intacta.
  8. Uma boa maneira de fazer com que o feijão não escureça durante a cozedura experimente destacar o tacho durante o preparado.
  9. Experimente adicionar um pouco de cebola frita, cebola crua e batata ralada à carne picada e verá como ficará com um sabor mais intenso.
  10. Uma boa forma de controlar o sal que coloca na comida é utilizar sumo de limão.
  11. Se não gosta muito do sabor da beringela, experimente – antes de cozinhar - cortá-la em pedaços, colocar sal e lavá-la com água.
  12. Descascar amêndoas não tem de ser uma dor de cabeça. Se as colocar em água a ferver durante 5 minutos e deixar arrefecer vai ver como a pele sai com facilidade.
  13. Para dar mais sabor ao seu café experimente adicionar uma pitada de sal.
  14. Uma boa forma de dar um aspecto apetitoso à sua carne tome nota: misture sumo de romã e mel com um pouco de vinho/conhaque e rege a carne com o preparado.
  15. A carne seca ganha uma nova vida se a partir em pedaços e a polvilhar com cebola, tomate, azeite, sumo de limão e vinagre.
  16. Experimente usar amendoins em vez de pão ralado nos seus cozinhados.
  17. Se a sua sopa está salgada experimente colocar flocos de aveia e deixar ferver durante alguns minutos. A aveia vai absorver o excesso de sal.
  18. O seu molho vinagrete vai adquirir um sabor diferente se no início do preparado adicionar uma colher de leite e uma colher de chá de açúcar.
  19. Uma boa forma de fazer com que a maçã não fique no fundo dos seus bolos e tartes é polvilhá-la com farinha antes de ir ao forno.
  20. Para dar um toque diferente à sua salada adicione um pouco de baunilha.
  21. Se adicionar sumo natural de couve, cenoura ou tomate à sua sopa ela ficará mais saborosa e com mais vitaminas.

Fonte: lifestyle

terça-feira, 19 de abril de 2016

PANELAS SAUDÁVEIS

O material com que cozinha é tão importante quanto os ingredientes que usa
Preocupamo-nos com a qualidade dos alimentos que consumimos, mas esquecemo-nos, muitas vezes, que os utensílios usados para cozinhar também influenciam a nossa saúde.
Embora os tachos, as panelas e as frigideiras sejam submetidos a testes de controlo que obedecem ao regulamento de segurança da União Europeia, a acidez de certos alimentos e os erros de utilização podem comprometer a qualidade dos materiais.
Boas opções
Os materiais que os especialistas mais recomendam:
- Vidro (pirex)
«É dos materiais mais seguros, uma vez que não liberta nenhuma substância para o organismo», afirma José Empis. Tem a vantagem de ser antiaderente. O único inconveniente é o preço. É ideal para cozinhar alimentos com elevados níveis de água, como os legumes. Por ser mais frágil do que os outros materiais, convém redobrar cuidados para não partir. Durante a lavagem, use esponjas suaves.
- Silicone
Composta por borracha sintética e oxigénio, a elevada antiaderência e a resistência são as suas principais vantagens. Não representa riscos para a saúde, já que não reage a alimentos, mesmo de elevada acidez. É indicado para cozinhar soufflés, molhos, ensopados, sopas, bolos. Não utilize a temperaturas superiores a 220º C, pois podem derreter. Alguns alimentos que possuem amido, como a massa ou o arroz, podem deixar manchas. Para as remover, passe um pano humedecido com sumo de limão ou vinagre.
- Aço inoxidável
Fabricado maioritariamente com ferro, contém também cromo e níquel. José Empis diz que «estas substâncias não passam para os alimentos». Alguns manuais aconselham a ferver as panelas várias vezes antes da primeira utilização, para eliminar o excesso de níquel, que «pode ser prejudicial a pessoas alérgica», refere a nutricionista. Evite cozinhar com o lume demasiado forte, pois os alimentos podem queimar-se. Se a comida agarrar ao fundo, coloque a panela de molho em água e não use esfregões abrasivos.
- Cerâmica
Apresentam superfícies lisas e, segundo o engenheiro alimentar, «não libertam nenhuma substância para o organismo». São fáceis de limpar e podem ser aquecidas a temperaturas elevadas. Antes de comprar, confirme no rótulo se não contêm chumbo ou cobre. Cerâmicas pintadas servem para decorar. Ideal para cozinhar assados e sobremesas. Use colheres de plástico ou silicone para não riscar o material.
- Esmalte
As panelas esmaltadas ou de ágata oferecem boa retenção de calor e são, confirma o engenheiro alimentar, «tão seguras que podem ser usadas para guardar os alimentos, além de impedirem a proliferação de bactérias». Contudo, há referências de que, antes de 1980, o esmalte continha quantidades de cobre e cádmio acima das aceitáveis. Este tipo de material é ideal para cozinhar carne, peixe ou massas, entre outros. Ao lavar, use esponjas suaves.
- Ferro
Usar panelas de ferro pode, como confirma Carla Vasconcelos, contribuir para aumentar o teor de ferro dos alimentos e «ser benéfico para pessoas que sofrem de anemia, uma vez que este metal é libertado durante a cozedura». É recomendado para cozinhar pratos que exigem muito tempo de cozedura, dado ser um bom condutor de calor. Evite usar esfregões de aço na lavagem. Podem provocar ferrugem, que é nociva para a saúde.
Limite o uso
Estes são alguns dos materiais menos recomendados pelos especialistas:
- Alumínio
Carla Vasconcelos, nutricionista, indica que «os átomos de alumínio das panelas podem provocar diferentes processos metabólicos associados a doenças do foro osteoarticular, neurológico e hematológico». Na opinião de José Empis, engenheiro alimentar, estes riscos não existem se «os utensílios de alumínio estiverem em boas condições. Todos os materiais que contactam com os alimentos são protegidos com uma camada fina de óxido de alumínio», refere.
É usado para cozinhar quase todo o tipo de preparados, de sopa a bolos, exceto os alimentos mais ácidos e os que se queimam facilmente. Segundo Carla Vasconcelos, «adicionar o sal depois de cozinhar pode diminuir a migração do alumínio para os alimentos». Deve cozinhar em lume brando para evitar o sobreaquecimento e durante a limpeza, usar esponjas macias para não danificar ou remover a camada de óxido de alumínio. Evite, também, a lavagem à máquina.
- Cobre
É desaconselhado pelo risco de migração para os alimentos. Atualmente, «é muito pouco usado na cozinha e, geralmente, é revestido com materiais como o politetrafluoretileno, titânio ou ácido inoxidável, que não entram nos alimentos», afirma José Empis. Carla Vasconcelos diz que «é preciso cuidado, pois mesmo ingerido em pequenas quantidades, pode provocar náuseas, vómitos e diarreia».
É sobretudo usado para cozinhar caldas de açúcar, dado que propaga o calor de forma homogénea. Evite, depois de cozinhar, deixar alimentos no seu interior. Na lavagem, tenha atenção para não remover o revestimento protetor.
- Barro
«Geralmente, a superfície brilhante que reveste as panelas e as caçarolas de barro é à base de pez, uma substância que, ao entrar em contacto com os alimentos, pode libertar algumas moléculas cancerígenas», revela José Empis. «Estudos realizados há alguns anos sobre a prevalência de cancro do estômago, em Portugal, concluíram que as pessoas que sofriam desta doença consumiam muitos alimentos cozinhados, durante grandes períodos, em tachos de barro». Este material é, sobretudo, usado para cozinhar assados. Pode usar, mas não abusar, deste tipo de produto.
- Teflon
A sua frigideira já não está intacta? Então está na hora de a trocar. Prático de usar, o revestimento antiaderente que cobre (teflon) frigideiras e panelas, à base de politetrafluoretileno, é utilizado para evitar que os alimentos não se agarrem à superfície e que o alumínio seja transferido para a comida. Segundo Carla Vasconcelos, o problema coloca-se quando o material fica danificado.
«Os alimentos absorvem o metal, o que pode ser nocivo para a saúde», sublinha a especialista. Além de que não é uma opção ecológica. «Se esquecermos uma panela ao lume, o teflon evapora originando gases CFC’s que destroem a camada de ozono», acrescenta. Para não deteriorar a camada antiaderente, prefira uma esponja não abrasiva e não use talheres de metal para mexer os alimentos.
Plástico seguro
Não aqueça a comida no micro-ondas em utensílios de plástico que não tenham o símbolo de segurança. Estas são outras das recomendações que deve seguir:
- Antes de guardar os alimentos em recipientes deste material, deixe a comida arrefecer, em especial os produtos lácteos.
- Evite usar utensílios danificados ou riscados.
- Não guarde alimentos em objetos de plástico que não estejam recomendados para uso alimentar.
Texto: Fátima Lopes Cardoso com Carla Vasconcelos (nutricionista) e José Empis (engenheiro alimentar)
artigo do parceiro: