terça-feira, 4 de outubro de 2016

Ingrediente Rei – BACALHAU

 


Tradicionalmente presente na mesa dos portugueses, o bacalhau é um dos alimentos
 
 
Bacalhau (Custom)
 
mais consumidos em Portugal. Pode ser confeccionado de várias formas e na ceia de Natal não é excepção, é regra.
À semelhança dos restantes peixes, o bacalhau é de fácil digestão, apresentando-se como um peixe magro, rico em proteínas de alto valor biológico e pobre em gordura. As suas reservas de gordura encontram-se no fígado, de onde se extrai o óleo de fígado de bacalhau, rico em vitaminas A e D.
Por ser um peixe de águas frias é uma fonte de ácidos gordos ómega 3, que possuem um efeito protector ao nível cardiovascular. É ainda muito rico em minerais como o cálcio, fósforo, iodo, ferro e potássio, assim como em vitaminas do complexo B.
 
Muitas vezes considerado um peixe pouco recomendado em dietas de emagrecimento, o bacalhau possui apenas 80 calorias por cada 100 gramas. O que é preciso ter em atenção é o modo de confecção, porque se lhe acrescentarmos natas, batatas fritas, ou outros ingredientes, acabamos por aumentar, em muito, o valor calórico dos pratos de bacalhau e, assim, os benefícios que este poderia trazer, acabam por se perder.
 
É vendido habitualmente seco e salgado, apesar de já se encontrar demolhado e ultracongelado. Todo o processo de salga e seca é natural, não sendo adicionada qualquer substância que possa alterar as suas propriedades nutricionais.
 
Consoante a altura das postas, o bacalhau deve ser demolhado entre 24 a 48 h, sempre num ambiente refrigerado, de modo a impedir a proliferação de bactérias. Se ficar bem demolhado reduz o seu teor de sódio, não sendo necessária a adição extra de sal.
 
Fonte: Teleculinária

segunda-feira, 3 de outubro de 2016

Mini tartes de maça e canela







Muito boas, descuidei-me um pouco e deixei ficar mais tempo, que o normal no forno.
 
Ingredientes
  • 5 maçãs
  • 1 limão
  • 1 pau de canela
  • 100 g açúcar mascavado claro
  • 1,5 dl Água
  • 5 folhas massa filo
  • creme vegetal líquido para pincelar
 
 
Modo de Preparação
 
1.      Descasque as maçãs, corte-as ao meio, retire as pevides e corte-as em gomos grossos. Deite-os para um tacho, junte uma casca de limão, as maçãs, a canela, o sumo de limão, o açúcar e a água e leve ao lume a ferver durante 10 minutos, tapado. Depois retire a tampa do tacho e deixe cozinhar até que todo o líquido evapore e a maçã fique douradinha.
2. Ligue o forno a 180ºC. Coloque em cima da mesa as folhas de massa filo sobrepostas e pinceladas com creme vegetal. Corte 6 quadrados de massa e forre formas pequenas, encha-as com a maçã e leve ao forno até a massa ficar douradinha. Retire, deixe arrefecer e sirva as tartes mornas ou frias e decoradas a gosto.
 




 
Fonte: Teleculinária

quarta-feira, 28 de setembro de 2016

Salteado de alho frances e couve

                                

Ingredientes

  • Alho-francês 600 g
  • Couve lombarda  400 g
  • Flor de Sal 1 colher de sopa
  • Cebola 1 unidade
  • Dentes de alho 3 unidade
  • Azeite 4 colheres de sopa
  • Gengibre fresco ralado 1 colher de chá
  • Tomates-cereja 12 unidade
  • Pimenta acabada de moer adicionar q.b.

Preparação

Limpe o alho-francês, rejeite a parte verde e corte o resto em rodelas finas. Lave-as e deixe escorrer. Limpe a couve, retire o talo e corte-a em tiras finas. Lave-a e deixe escorrer.

Leve ao lume um tacho com 5 dl de água, deixe ferver, junte uma pitada de sal, adicione a couve e deixe cozer durante cinco minutos, depois escorra e guarde a água da cozedura.

Descasque a cebola e os dentes de alho e pique-os. Leve ao lume um tacho com o azeite, junte a cebola e os dentes de alho e deixe cozinhar até a cebola ficar macia, adicione o alho-francês, misture e deixe cozinhar até o alho perder o volume.
Junte o gengibre, a couve, os camarões e 1,5 dl da água de cozer a couve, misture bem e junte os tomates. Tempere com pouco sal e pimenta e deixe cozinhar mais 5 minutos. Polvilhe com coentros picados e sirva.

Fonte: Teleculinária






terça-feira, 27 de setembro de 2016

Ingrediente Rei – ALHO-FRANCÊS

 


Alho Frances SM (Custom)
 
O alho-francês é conhecido cientificamente como allium porrum e pertence à mesma família (alliaceae) dos alhos, cebolas e chalotas. Mede normalmente cerca de 50 cm de comprimento e divide-se em duas partes – branca, a mais usada na culinária – e verde, que pode ser aproveitada nas sopas.
 
Apesar de apresentar um menor porte no Verão, é nesta altura que o alho-francês é mais perfumado e tem uma maior riqueza nutricional.
 
Possui poucas calorias e é muito rico em fibra, tornando-se num óptimo legume para quem quer equilibrar o peso. Contém vitaminas C e B12 e possui propriedades antioxidantes – o que estimula o nosso sistema imunitário. Outra vitamina bem presente no alho-francês é a B6, que tem um papel importante na prevenção de doenças cardíacas.
 
Quanto à riqueza em minerais, destacam-se o ferro, um elemento necessário à manutenção e produção de células no nosso sangue, assim como ao transporte de oxigénio. Deve ser cozinhado o menos possível para manter a sua riqueza nutricional.
 
Na hora de o comprar, verifique se está firme, possui o caule branco e sem rachas e se as folhas verdes são escuras. Poderá conservá-lo fresco no frigorífico entre uma a duas semanas. Após a confecção, guarde-o apenas durante dois dias.
 
A ter em conta
Pode-se concluir que o consumo deste legume acaba por beneficiar o sistema imunitário, porque tem propriedades anti-inflamatórias e antisséticas, inibindo o crescimento de bactérias; o sistema cardiovascular, porque diminui a inflamação das artérias; o sistema digestivo, porque é de rápida digestão e muito rico em nutrientes. Por ser rico em fibras, ajuda ainda na obstipação.
 
Fonte: Teleculinária
 

segunda-feira, 26 de setembro de 2016

My Green Summer Cake

 

    

Ingredientes

  • Ovos
  • Açúcar amarelo peneirado 120 g
  • Extrato de baunilha 1 colher de café
  • Folhas de Espinafres Frescas limpas e sem os talos 120 g
  • Azeite 60 ml
  • Sumo de limão 1 colher de sopa
  • Farinha de trigo peneirada 130 g
  • Fermento químico 1 colher de chá
  • Erva-doce em pó 1 pitada
Recheio e Decoração
  • Natas para bater  300 ml
  • Açúcar 3 a 4 colheres de sopa
  • Morangos, Mirtilos e Pêssegos q.b.
                

Preparação

Bolo
Unte e polvilhe de farinha uma forma de 18 cm de diâmetro. Reserve.
Pré-aqueça o forno a 180ºC.
No copo do liquidificador junte os espinafres, o azeite, o sumo de limão, o extrato de baunilha, e processe até obter a consistência de puré. Pode utilizar uma varinha mágica, na eventualidade de não ter um liquidificador.
Bata muito bem os ovos com o açúcar, até obter um creme fofo e pálido.
De seguida adicione os espinafres, e envolva delicadamente.
Adicione a farinha, a erva-doce e o fermento, e envolva até ter uma mistura homogénea.
Leve ao forno, durante cerca de 30 minutos, ou até que esteja cozido. Verifique se está cozido espetando um palito no centro da massa. Estará cozido quando o palito sair completamente limpo, sem massa.
Retire o bolo do forno, e deixe que amorne um pouco antes de desenformar. Depois coloque-o numa rede, para arrefecer por completo.
 
 
Recheio, Montagem e Decoração
Com o auxílio de um nivelador de bolos, divida o bolo em duas partes iguais. Coloque um dos discos de bolo no prato de servir e reserve a outra parte.
Bata as natas até começarem a engrossar. Sem deixar de bater, adicione gradualmente o açúcar, e bata até formarem picos fortes.
Coloque as natas dentro de um saco pasteleiro, munido de um bico à escolha.
Faça um anel de natas, em toda a volta do bordo do bolo que já está no prato de servir. No interior do anel, coloque morangos fatiados, mirtilos e pedaços de pêssego.
Coloque o outro disco de bolo por cima, e comprima muito ligeiramente.
Faça um novo anel de natas no topo do bolo, e decore com mais morangos, mirtilos e pêssegos, ao seu gosto.
Caso não sirva o bolo de imediato, conserve refrigerado. Retire uns 15 a 20 minutos antes de servir.


Fonte: Teleculinária - Intrusa na Cozinha

sexta-feira, 23 de setembro de 2016

Ingrediente Rei – COUVE LOMBARDA

 


A couve enquanto espécie tem muitas variedades diferentes. Originalmente, este vegetal surgiu de forma espontânea nas costas do Mediterrâneo, especialmente França e Itália. Ao longo dos tempos o seu cultivo permitiu apurar e melhorar algumas características e, em simultâneo, criar novos tipos de couve. A família é muito vasta e vai desde a couve branca e macia até aos brócolos e à couve-flor.
 
Closeup of a savoy cabbage - outdoor shot
 
Sobre a couve lombarda em particular, subespécie denominada Brassica oleracea sabauda, foi desenvolvida nas costas sul de Inglaterra e Norte de França, no Canal da Mancha. É um dos tipos mais cultivados em Portugal e, nutricionalmente, é rica em vitamina C, fibras e sais minerais, como o potássio e o cálcio. Salsichas enroladas nas folhas desta couve é um dos pratos mais conhecidos, mas pode usar-se numa infinidade de outras receitas, nomeadamente sopas e cozidos.
Ao comprar, verifique o estado das folhas, que devem apresentar-se firmes, sem marcas de insectos e sem partes podres ou murchas. Pode também comprar couve lombarda embalada e já cortada em quartos ou metades. Nesse caso, certifique-se que não está seca na face do corte, o que indicaria que está cortada há alguns dias.

Fonte: Teleculinária

Pontos de açúcar

 


Para confeccionar muitos dos doces que aqui apresentamos, vai precisar de ter algum conhecimento sobre pontos de açúcar. Esperemos elucidá-lo com o texto que se segue.
Comece por escolher um tacho de fundo espesso, de preferência de cobre ou aço inoxidável. Nele, dilua o açúcar na água, na proporção de 2 para 1 (por exemplo, 2 chávenas de açúcar para uma de água). Utilize açúcar areado branco para não haver muitas impurezas a retirar quando a calda estiver a ferver.

PONTO DE XAROPE – Leve o tacho ao lume, deixe levantar fervura e retire as impurezas que vêm à superfície. A sua calda está pronta.

PONTO DE FIO – A calda continuou a ferver. Retire um pouco para um pires (com cuidado para não se queimar), molhe nela a ponta do dedo indicador e encoste-a à do polegar. Afaste os dedos e veja se a calda forma um fio.

PONTO DE ESPADANA – Sempre ao lume, retire agora um pouco de calda com uma colher e deixe cair novamente no tacho. Verifique se se formam um género de lâminas, com o aspecto de fitas de nastro.
Pontos de caramelo CHLM-18
 

PONTO DE PÉROLA – O tacho continua ao lume. Encha de calda uma colher e, lentamente, despeje-a para o recipiente. Se, ao cair, o xarope formar um fio um tanto resistente e na sua extremidade aparecer uma bolinha, o açúcar atingiu o ponto de pérola.

PONTO ASSOPRADO – A fervura da calda prossegue. A temperatura do açúcar é cada vez mais alta. Mergulhe no líquido uma escumadeira, levante-a um pouco e sopre-a com força. Se a calda formar balõezinhos como pequenas bolas de sabão, o açúcar atingiu o ponto assoprado.


Pontos de caramelo CHLM-7

PONTO DE ESTRADA – Ao ferver mais um pouco, passe uma espátula pela calda, de um lado ao outro, tocando o fundo do tacho. Se assim se formar um género de estrada, então o ponto foi atingido.

PONTO DE REBUÇADO OU DE BOLA MOLE – Com a continuação da fervura, a densidade da calda é cada vez maior e, portanto, mais alto o ponto do açúcar. Deite umas gotas de calda num copo de água fria. As gotas descem para o fundo do copo em bolinhas que se podem amassar e moldar com os dedos.

PONTO DE BOLA RIJA OU DE QUEBRAR – Se as gotas de calda que deitou no copo de água fria já não forem moldáveis e se quebrarem sob a pressão dos dedos, o açúcar está já no ponto seguinte: o ponto de bola rija.

PONTO DE AREIA – Se o conteúdo do tacho começar a dar sinais de querer “agarrar-se” ao recipiente e formar grãos miúdos, o açúcar chegou ao ponto de areia.


Pontos de caramelo CHLM-7

Acautele-se pois a partir deste ponto o açúcar altera rapidamente a cor e tem tendência para se queimar.

Quando o açúcar toma aquele bonito tom dourado a que chamam louro, retire o tacho do lume e mergulhe-lhe o fundo num recipiente de água fria para fazer parar o processo de cozedura.

Fonte: Teleculinária